OI JESUS! SOU EU, VIM TE VISITAR!

Eu não sabia nada de adoração ao Santíssimo Sacramento ou de visita a Jesus sacramentado, mas comecei a fazê-la a partir de uma historinha (muita conhecida na internet) chamada “Oi Jesus! Eu sou o Zé”, que foi providencialmente impressa por uma colega de trabalho quando eu estava diante da impressora. Não me contive em ler, nem em ficar com a impressão, sem nada dizer à minha colega.

Achei tão linda a história e fiquei tão emocionada, que desejei profundamente fazer o mesmo – embora só o tenha feito 6 anos depois, quando - sabendo da existência de uma igreja próxima ao meu trabalho - passei a ir, todos os dias, no horário de almoço, para dar um “oi” a Jesus.

No começo, não sabendo muito o que dizer ou fazer, dizia como o “Zé”: “Oi Jesus! Sou eu, a Katiana! Vim visita-lo” e permanecia ali, diante do sacrário, por um breve tempo. E assim, pouco a pouco, fomos nos tornando amigos e foram surgindo mais e mais assuntos para conversarmos, a ponto de algumas vezes eu me atrasar no retorno ao trabalho ou de nem sobrar tempo para almoçar.

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1 “Deus nos espera em Jesus Cristo, presente no Santo Sacramento. Não O façamos esperar em vão! Não passemos longe...
Tomemos algum tempo durante a semana, entremos na igreja ao passar por ela e permaneçamos um momento diante do Senhor que está tão próximo”
, dizia o Papa Bento XVI.


OI JESUS, EU SOU O ZÉ! VIM TE VISITAR!

2 Cada dia, ao meio dia, um pobre velho entrava na igreja, e poucos minutos depois saía. Um dia, o padre lhe perguntou o que fazia.
- “Venho rezar”, respondeu o velho.
- “Mas é estranho que você consiga orar tão depressa”, disse o padre.
- “Bem”, retrucou o velho, “eu não sei recitar aquelas orações compridas, então, eu entro na igreja e só falo: 'Oi Jesus! Eu sou o Zé! Vim te visitar!'. Num minuto, já estou de saída. É só uma oraçãozinha, mas tenho certeza que ele me ouve”.

Alguns dias depois, o Zé sofreu um acidente, foi internado no hospital e, na enfermaria passou a exercer uma influência sobre todos. Os doentes mais tristes se tornaram alegres e muitas risadas passaram a ser ouvidas…
- “Zé”, disse-lhe uma enfermeira, “os outros doentes dizem que você está sempre tão alegre.”
- “Oh verdade! Mas é por causa daquela visita que recebo todos os dias. Me faz feliz!”
A enfermeira não entendeu, pois o Zé não recebia nenhuma visita; era um velho solitário, sem ninguém. E ela perguntou: - “Quem o visita?"
Respondeu o Zé, com um brilho nos olhos.
- “Todos os dias, Ele vem ficar no pé da minha cama. Quando olho pra Ele, Ele sorri e diz” 'Oi Zé! Sou eu, JESUS! Vim te visitar'”.


FONTES:
1 – “A Eucaristia - O maior tesouro do mundo”, Pe. Ángel Peña O.A.R.
2 - Autor desconhecido

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